Eleitores escolheram dois representantes por estado e pelo Distrito Federal, com 54 das 81 vagas do Senado em disputa nas eleições de 2026
Na eleição para o Senado, o sistema é majoritário. Nas unidades da Federação em que duas vagas estavam em disputa, foram eleitos os dois candidatos que receberam o maior número de votos.
A renovação promovida pelas eleições deste ano terá impacto direto na composição do Senado a partir de 2027. Os 54 parlamentares escolhidos nas urnas se juntarão aos 27 senadores eleitos em 2022, cujos mandatos não foram submetidos à votação neste ano e seguem até janeiro de 2031.
Na relação divulgada, aparecem os seguintes eleitos:
Acre (AC): Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos)
Amapá (AP): Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD)
Distrito Federal (DF): Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL)
Espírito Santo (ES): Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos)
Mato Grosso (MT): Mauro Mendes (União Brasil) e Zé Medeiros (PL)
Mato Grosso do Sul (MS): Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL)
Rio Grande do Sul (RS): Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo)
Rondônia (RO): Dr. Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL)
Roraima (RR): Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB)
O Senado Federal é formado por 81 parlamentares. Cada um dos 26 estados e o Distrito Federal possui três representantes, independentemente do tamanho da população.
Essa é uma das principais diferenças em relação à Câmara dos Deputados, onde o número de cadeiras destinado a cada estado varia de acordo com critérios populacionais.
Os senadores exercem mandato de oito anos. Por isso, a renovação da Casa ocorre de maneira alternada. Em uma eleição, são escolhidos 27 senadores, correspondentes a um terço das cadeiras. Quatro anos depois, são renovadas 54 vagas, equivalentes a dois terços.
Com o resultado das eleições de 2026, os 54 novos senadores passarão a integrar a Casa ao lado dos 27 parlamentares eleitos em 2022, completando novamente as 81 cadeiras do Senado Federal.