Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira, 5, novas sanções direcionadas ao regime cubano e ao que classificaram "seus apoiadores chineses". O Departamento de Estado declarou que oito entidades e dois indivíduos associados ao regime cubano foram sancionados, incluindo fornecedores baseados na China que apoiam as forças militares de Cuba.
"O regime marxista cubano depende de uma rede de empresas estatais, joint ventures e intermediários offshore para manter seus sistemas funcionando, e seus apoiadores estrangeiros fornecem o equipamento militar que ajuda a sustentar as forças militares do regime e possibilita ameaças persistentes ao território americano", escreveu no X o secretário de Estado Marco Rubio.
As sanções, segundo o governo americano, visam elites cubanas, uma rede de transporte de petróleo, entidades estatais de importação e suporte técnico, além de fornecedores chineses das forças militares do regime. Cinco embarcações associadas também foram identificadas como propriedade bloqueada.
Entre os alvos das sanções estão Guillermo Faustino Rodriguez Lopez Calleja, que os EUA acusam de fazer parte de uma extensa rede de empresas de transporte offshore que movimentam carregamentos de petróleo cubano, e Any Rodriguez Lastres, filha da presidente do Grupo de Administração Empresarial (GAESA), Ania Guillermina Lastres Morera.