Indicador bovino acumula valorização de 6,79% em outubro; frango e carcaça suína mantêm preços no mercado paulista

O boi gordo registra nova alta nas cotações de referência para esta quinta-feira (29). Em São Paulo, a arroba está negociada a R$ 389,05, avanço diário de 0,71%. Os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) correspondem ao fechamento de quarta-feira (28).
O preço aumentou R$ 2,75 em relação ao levantamento anterior, quando estava em R$ 386,30. É a segunda valorização consecutiva do indicador, que acumula ganho de R$ 7,65 por arroba desde segunda-feira (26).
Com o movimento, a alta acumulada em outubro passou de 6,04% para 6,79%.
Frango mantém cotações
O frango congelado permanece a R$ 8,24 por quilo, enquanto o resfriado está cotado a R$ 8,26. O levantamento abrange a Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado.
A estabilidade sucede o recuo de 0,36% registrado nas duas categorias na terça-feira. No acumulado de outubro, o congelado apresenta desvalorização de 0,72%, e o resfriado, de 0,60%.
Carcaça suína interrompe sequência de perdas
Nos atacados da Grande São Paulo, a carcaça suína especial manteve o preço de R$ 10,23 por quilo, após dois levantamentos consecutivos de redução.
Apesar das perdas recentes, o produto acumula valorização de 20,35% no mês.
Paraná tem maior recuo do suíno vivo
O suíno vivo apresenta queda nos três estados da Região Sul acompanhados pelo Cepea. O maior recuo ocorre no Paraná, onde o quilo passou de R$ 5,94 para R$ 5,86, redução de 1,35%, na modalidade a retirar.
No Rio Grande do Sul, a cotação diminuiu 0,17%, para R$ 5,91 por quilo. Santa Catarina registrou a mesma variação percentual, com o preço a R$ 5,99. Nos dois estados, os valores também correspondem à modalidade a retirar.
Minas Gerais e São Paulo mantiveram as referências de R$ 6,96 e R$ 6,90 por quilo, respectivamente, na modalidade posto.
Mesmo com os recuos diários, todos os indicadores estaduais do suíno vivo permanecem em alta no acumulado de outubro. As valorizações variam de 9,12%, no Paraná, a 19,38%, em São Paulo.
Fonte: Cepea