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Boi gordo sobe 0,76% e chega a R$ 376,10; frango e carne suína também registram alta

Indicadores do Cepea mostram valorização das principais proteínas animais, com avanço de até 1,43% na carcaça suína; preços são referentes ao fechamento de quarta-feira (7)

Vitória News 08/10/2026 06:31
Boi gordo sobe 0,76% e chega a R$ 376,10; frango e carne suína também registram alta
Imagem criada por IA/VN

O mercado brasileiro de proteínas animais registra valorização nos principais indicadores divulgados nesta quinta-feira (8). O boi gordo, o frango congelado, o frango resfriado e a carcaça suína especial apresentaram alta nas cotações, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq).

Os preços refletem as negociações de quarta-feira (7), último dia disponível nos indicadores apresentados.

Boi gordo chega a R$ 376,10 por arroba

O preço do boi gordo avançou 0,76% no mercado paulista, com a arroba negociada a R$ 376,10.

Na comparação com o fechamento anterior, de R$ 373,25, o aumento foi de R$ 2,85 por arroba.

Com a nova valorização, o indicador acumula alta de 3,24% nos primeiros dias de outubro. No início do mês, a arroba estava cotada a R$ 366,50.

Em dólar, o indicador do boi gordo ficou em US$ 75,07 por arroba.

Frango congelado e resfriado apresentam valorização

Os preços do frango também avançaram no mercado atacadista paulista, considerando as negociações na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado.

O frango congelado registrou alta diária de 0,72%, com o quilo negociado a R$ 8,38. No acumulado de outubro, o indicador apresenta valorização de 0,96%.

Já o frango resfriado teve aumento de 0,84%, alcançando R$ 8,40 por quilo. A alta acumulada no mês chega a 1,08%.

Os dois produtos apresentam trajetória positiva no início de outubro, com o frango resfriado registrando valorização diária ligeiramente superior à do congelado.

Carcaça suína tem alta de 1,43%

A carcaça suína especial também apresentou valorização nos atacados da Grande São Paulo.

O preço médio chegou a R$ 9,25 por quilo, com avanço de 1,43% em relação ao fechamento anterior, quando o produto era negociado a R$ 9,12.

Entre as proteínas acompanhadas, a carcaça suína registrou a maior variação percentual diária.

No acumulado de outubro, o indicador apresenta alta de 8,82%, passando de R$ 8,50 no primeiro dia do mês para o valor atual.

Suíno vivo registra alta em quatro estados

No mercado de suíno vivo, os indicadores do Cepea mostram valorização em quatro dos cinco estados acompanhados.

Em Minas Gerais, o quilo foi negociado a R$ 6,46, com alta diária de 1,89%. O indicador acumula avanço de 5,21% em outubro.

No Paraná, a cotação chegou a R$ 5,66, com aumento de 0,53% no dia e de 5,40% no mês.

No Rio Grande do Sul, o preço ficou em R$ 5,62 por quilo, com valorização diária de 0,54% e acumulada de 6,64%.

Em Santa Catarina, o suíno vivo foi negociado a R$ 5,58, com alta de 0,36% no dia e de 6,29% no mês.

São Paulo foi o único estado pesquisado que apresentou estabilidade diária, com o quilo cotado a R$ 6,31. Apesar da ausência de variação no último fechamento, o indicador paulista acumula valorização de 9,17% em outubro.

Os dados mostram, portanto, um movimento predominantemente positivo no mercado de suíno vivo, com estabilidade apenas em São Paulo.

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