Indicadores do Cepea mostram valorização das principais proteínas animais, com avanço de até 1,43% na carcaça suína; preços são referentes ao fechamento de quarta-feira (7)
Os preços refletem as negociações de quarta-feira (7), último dia disponível nos indicadores apresentados.
O preço do boi gordo avançou 0,76% no mercado paulista, com a arroba negociada a R$ 376,10.
Na comparação com o fechamento anterior, de R$ 373,25, o aumento foi de R$ 2,85 por arroba.
Com a nova valorização, o indicador acumula alta de 3,24% nos primeiros dias de outubro. No início do mês, a arroba estava cotada a R$ 366,50.
Em dólar, o indicador do boi gordo ficou em US$ 75,07 por arroba.
Os preços do frango também avançaram no mercado atacadista paulista, considerando as negociações na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado.
O frango congelado registrou alta diária de 0,72%, com o quilo negociado a R$ 8,38. No acumulado de outubro, o indicador apresenta valorização de 0,96%.
Já o frango resfriado teve aumento de 0,84%, alcançando R$ 8,40 por quilo. A alta acumulada no mês chega a 1,08%.
Os dois produtos apresentam trajetória positiva no início de outubro, com o frango resfriado registrando valorização diária ligeiramente superior à do congelado.
A carcaça suína especial também apresentou valorização nos atacados da Grande São Paulo.
O preço médio chegou a R$ 9,25 por quilo, com avanço de 1,43% em relação ao fechamento anterior, quando o produto era negociado a R$ 9,12.
Entre as proteínas acompanhadas, a carcaça suína registrou a maior variação percentual diária.
No acumulado de outubro, o indicador apresenta alta de 8,82%, passando de R$ 8,50 no primeiro dia do mês para o valor atual.
No mercado de suíno vivo, os indicadores do Cepea mostram valorização em quatro dos cinco estados acompanhados.
Em Minas Gerais, o quilo foi negociado a R$ 6,46, com alta diária de 1,89%. O indicador acumula avanço de 5,21% em outubro.
No Paraná, a cotação chegou a R$ 5,66, com aumento de 0,53% no dia e de 5,40% no mês.
No Rio Grande do Sul, o preço ficou em R$ 5,62 por quilo, com valorização diária de 0,54% e acumulada de 6,64%.
Em Santa Catarina, o suíno vivo foi negociado a R$ 5,58, com alta de 0,36% no dia e de 6,29% no mês.
São Paulo foi o único estado pesquisado que apresentou estabilidade diária, com o quilo cotado a R$ 6,31. Apesar da ausência de variação no último fechamento, o indicador paulista acumula valorização de 9,17% em outubro.
Os dados mostram, portanto, um movimento predominantemente positivo no mercado de suíno vivo, com estabilidade apenas em São Paulo.
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