Manifestação ocorre após sequestro do presidente venezuelano em ofensiva dos EUA
O filho do presidente venezuelano Nicolás Maduro fez um apelo público por mobilização nacional e internacional em defesa da libertação do pai, sequestrado após a ofensiva militar conduzida pelos Estados Unidos contra a Venezuela.
Em declarações divulgadas nas redes sociais, ele afirmou que a captura do chefe de Estado representa uma violação grave do direito internacional e da soberania venezuelana. Segundo o filho de Maduro, o episódio não pode ser tratado como um conflito bilateral, mas como uma ameaça direta à ordem internacional e à estabilidade regional.
O pedido de mobilização inclui manifestações populares, pressão diplomática e atuação de organismos multilaterais para exigir informações oficiais sobre o paradeiro do presidente e garantias de integridade física. Até o momento, não houve divulgação de provas de vida nem confirmação formal do local onde Maduro estaria detido.
O apelo ocorre em meio à escalada retórica do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que, após a operação na Venezuela, passou a ameaçar outros países e territórios, ampliando a tensão geopolítica global.
Autoridades venezuelanas classificam o episódio como sequestro de chefe de Estado em exercício, enquanto aliados regionais cobram esclarecimentos imediatos e alertam para os riscos de agravamento do conflito.
Até agora, a Casa Branca não respondeu oficialmente às declarações do filho de Maduro nem aos pedidos de organismos internacionais por informações detalhadas sobre a situação do presidente venezuelano.