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Boi gordo sobe para R$ 379,40 por arroba; frango mantém preços e carcaça suína registra queda

Indicadores do Cepea mostram valorização de 0,37% no boi gordo, estabilidade nas cotações do frango congelado e resfriado e recuo de 0,20% na carcaça suína especial

Vitória News 15/10/2026 06:47
Boi gordo sobe para R$ 379,40 por arroba; frango mantém preços e carcaça suína registra queda
Imagem gerada por IA/VN

O mercado brasileiro de proteínas animais apresenta comportamentos diferentes nesta quinta-feira, 15 de outubro de 2026, conforme os indicadores mais recentes do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP). Enquanto o boi gordo registra valorização no mercado paulista, os preços do frango permanecem estáveis e a carcaça suína especial apresenta leve recuo.

A arroba do boi gordo alcançou R$ 379,40 em São Paulo, com alta de 0,37% no indicador referente à quarta-feira (14). O resultado amplia a valorização acumulada em outubro, que chegou a 4,14%.

No mercado de frango, o quilo do produto congelado é cotado a R$ 8,39, enquanto o resfriado registra R$ 8,41. Ambos permaneceram estáveis na última atualização.

Já a carcaça suína especial apresentou queda de 0,20%, com o quilo negociado a R$ 9,97 no atacado da Grande São Paulo.

Os indicadores representam referências de comercialização em mercados específicos e não correspondem necessariamente aos preços encontrados pelos consumidores no varejo.

Boi gordo acumula valorização de 4,14% em outubro

O indicador do boi gordo Cepea/Esalq encerrou a quarta-feira (14) em R$ 379,40 por arroba, resultado que representa alta de 0,37% em relação à cotação anterior.

No dia 13 de outubro, o preço havia sido de R$ 378,00. Assim, a valorização entre as duas referências foi de R$ 1,40 por arroba.

O movimento de alta também aparece no desempenho acumulado do mês, com avanço de 4,14% até 14 de outubro.

No dia 7, o indicador estava em R$ 376,10, passando para R$ 376,30 no dia 8 e R$ 377,80 no dia 9.

A sequência apresentada demonstra uma trajetória de valorização nas datas acompanhadas, embora o boletim não permita identificar isoladamente as causas específicas desse comportamento.

A formação dos preços do boi gordo depende de fatores como disponibilidade de animais prontos para abate, demanda dos frigoríficos, condições de negociação e perspectivas para o consumo interno e as exportações.

O preço efetivamente recebido pelo pecuarista também pode variar conforme as características do animal, a região e as condições comerciais estabelecidas.

Cotações recentes do boi gordo

7 de outubro: R$ 376,10 por arroba

8 de outubro: R$ 376,30 por arroba

9 de outubro: R$ 377,80 por arroba

13 de outubro: R$ 378,00 por arroba

14 de outubro: R$ 379,40 por arroba

Variação diária em 14 de outubro: alta de 0,37%

Variação acumulada no mês: alta de 4,14%

Frango congelado permanece em R$ 8,39 por quilo

O mercado de carne de frango apresentou estabilidade na atualização mais recente do Cepea.

No estado de São Paulo, considerando as referências da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, o frango congelado foi cotado a R$ 8,39 por quilo.

O valor permaneceu inalterado em relação ao dia anterior, quando o indicador havia registrado a mesma cotação.

No acumulado de outubro, o frango congelado apresenta valorização de 1,08%.

A comparação com os registros anteriores mostra que o produto estava cotado a R$ 8,38 nos dias 7, 8 e 9 de outubro.

A passagem para R$ 8,39 representa uma diferença de apenas um centavo por quilo em relação àquelas referências.

A estabilidade diária indica ausência de alteração no indicador entre os dias 13 e 14, mas não significa que os preços estejam necessariamente iguais em todas as regiões do país.

Frango resfriado é cotado a R$ 8,41

O frango resfriado também não apresentou alteração diária no levantamento mais recente.

O indicador Cepea/Esalq registrou R$ 8,41 por quilo em 14 de outubro, mesmo valor observado no dia 13.

Apesar da estabilidade, o produto acumula valorização de 1,20% no mês.

Nos registros anteriores, o frango resfriado havia sido cotado a R$ 8,40 nos dias 7 e 8 de outubro, recuando para R$ 8,39 no dia 9.

Na comparação entre as cotações mais recentes, o frango resfriado apresenta valor dois centavos superior ao congelado.

Os dois produtos possuem características diferentes de conservação, armazenamento e comercialização, o que pode influenciar seus preços.

O frango congelado passa por processo de congelamento que permite sua conservação por períodos mais longos, conforme as condições adequadas de temperatura e armazenamento.

Já o frango resfriado é mantido sob refrigeração, sem passar pelo congelamento completo, exigindo maior atenção ao prazo de validade e à conservação.

Confira as cotações do frango

Frango congelado

Preço por quilo: R$ 8,39

Variação diária: 0,00%

Variação acumulada em outubro: alta de 1,08%

Frango resfriado

Preço por quilo: R$ 8,41

Variação diária: 0,00%

Variação acumulada em outubro: alta de 1,20%

Carcaça suína especial recua para R$ 9,97 por quilo

No mercado de carne suína, a carcaça especial apresentou queda de 0,20% no atacado da Grande São Paulo.

O preço médio passou de R$ 9,99, em 13 de outubro, para R$ 9,97 no dia 14.

A redução foi de dois centavos por quilo.

Apesar do recuo diário, o indicador mantém valorização expressiva no acumulado do mês, alcançando 17,29%.

A série apresentada pelo Cepea mostra que a carcaça suína especial estava cotada a R$ 9,25 no dia 7, passando para R$ 9,33 no dia 8 e R$ 9,46 no dia 9.

No dia 13, a cotação chegou a R$ 9,99, antes de registrar o pequeno ajuste negativo observado na quarta-feira.

O desempenho indica que a queda mais recente ocorreu após um período de valorização nas datas acompanhadas.

A carcaça suína especial corresponde a uma referência utilizada nas negociações atacadistas e não deve ser confundida com o preço de cortes específicos vendidos diretamente ao consumidor.

Suíno vivo apresenta diferenças de preços entre estados

O mercado de suíno vivo também apresenta variações regionais nas cotações divulgadas pelo Cepea.

Entre os cinco estados acompanhados, Minas Gerais registra o maior preço, com o animal cotado a R$ 6,95 por quilo.

São Paulo aparece na sequência, com R$ 6,63.

No Paraná, o indicador registra R$ 5,90, enquanto Santa Catarina apresenta R$ 5,82.

O Rio Grande do Sul possui a menor cotação entre os estados relacionados, com R$ 5,77 por quilo.

Na atualização de 14 de outubro, os preços permaneceram estáveis em Minas Gerais, Santa Catarina e São Paulo.

Já o Paraná apresentou valorização de 0,17%, enquanto o Rio Grande do Sul registrou alta de 0,35%.

Esses resultados mostram que, embora as cotações sejam diferentes entre os estados, não houve queda diária no indicador de Santa Catarina, ao contrário do que poderia sugerir uma interpretação isolada do boletim.

A diferença entre os valores regionais também deve considerar as condições de comercialização: os indicadores de Minas Gerais e São Paulo são apresentados na modalidade posto, enquanto Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina utilizam a referência a retirar.

Preços do suíno vivo em 14 de outubro

Minas Gerais: R$ 6,95/kg — estável no dia

São Paulo: R$ 6,63/kg — estável no dia

Paraná: R$ 5,90/kg — alta de 0,17%

Santa Catarina: R$ 5,82/kg — estável no dia

Rio Grande do Sul: R$ 5,77/kg — alta de 0,35%

Carcaça suína especial: R$ 9,97/kg — queda de 0,20%

Pecuária acompanha diferentes condições de mercado

Os indicadores do boi gordo, do frango e dos suínos são importantes referências para produtores rurais, frigoríficos, comerciantes e demais integrantes das cadeias de proteína animal.

Cada segmento apresenta características específicas de produção, custos, oferta e demanda, que podem influenciar as negociações.

Na bovinocultura de corte, o acompanhamento da arroba do boi gordo auxilia na avaliação das condições de comercialização dos animais destinados ao abate.

Na avicultura, os preços do frango congelado e resfriado refletem diferentes modalidades de comercialização da carne.

Já na suinocultura, os indicadores do animal vivo e da carcaça especial permitem observar etapas distintas da cadeia produtiva.

O comportamento dos preços também pode ser influenciado pelo custo da alimentação animal, especialmente milho e farelo de soja, além das condições de produção e da demanda pelos produtos.

Entretanto, os dados desta atualização não apresentam informações suficientes para atribuir as variações registradas a um fator específico.

Indicadores são referentes ao fechamento de quarta-feira

Embora o boletim seja divulgado nesta quinta-feira (15), os preços apresentados correspondem aos indicadores de 14 de outubro de 2026.

Essa distinção é importante porque os valores refletem a última referência disponibilizada pelo Cepea, e não necessariamente negociações realizadas nesta quinta-feira.

Os dados também não permitem estabelecer uma comparação direta com o mercado do Espírito Santo, já que as referências apresentadas são de São Paulo e de outros estados produtores.

Para os agentes do agronegócio, o acompanhamento das séries históricas permite observar tendências, avaliar condições de negociação e planejar atividades relacionadas à produção e à comercialização.

O levantamento mais recente mostra valorização do boi gordo, estabilidade dos preços do frango e pequena redução da carcaça suína especial, enquanto o suíno vivo apresenta movimentos distintos conforme o estado.

Resumo das cotações de proteínas animais

Boi gordo em São Paulo: R$ 379,40 por arroba, alta de 0,37%

Frango congelado em São Paulo: R$ 8,39 por quilo, estável

Frango resfriado em São Paulo: R$ 8,41 por quilo, estável

Carcaça suína especial na Grande São Paulo: R$ 9,97 por quilo, queda de 0,20%

Suíno vivo em Minas Gerais: R$ 6,95 por quilo

Suíno vivo em São Paulo: R$ 6,63 por quilo

Suíno vivo no Paraná: R$ 5,90 por quilo

Suíno vivo em Santa Catarina: R$ 5,82 por quilo

Suíno vivo no Rio Grande do Sul: R$ 5,77 por quilo

Os resultados reforçam a importância de acompanhar separadamente os indicadores de cada segmento, considerando as particularidades dos mercados e as condições regionais de comercialização.

Fonte: Cepea/Esalq-USP, e informações do Br61.

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