Conilon chega a R$ 860 no interior, enquanto hortifruti oscila na Ceasa e pimenta mantém estabilidade
O mercado agropecuário do Espírito Santo registra valorização no campo e variações no abastecimento urbano neste início de semana. O destaque fica para o café conilon, que mantém preços elevados e reforça o protagonismo do estado na produção nacional.
Em cooperativa de São Gabriel da Palha, principal polo produtor, o conilon tipo 7 foi cotado a R$ 860, enquanto os tipos 7/8 e 8 registraram R$ 855 e R$ 850, respectivamente. A escolha de conilon, subproduto do beneficiamento, foi negociada a R$ 300.
A pimenta-do-reino tipo ASTA aparece com cotação de R$ 26,00 por quilo, mantendo estabilidade e sustentando seu papel estratégico nas exportações capixabas. Já o cacau tipo 1 foi registrado a R$ 12,50 por quilo, ampliando a diversidade de culturas monitoradas.
No mercado de abastecimento, os dados da Ceasa-ES indicam oscilações em produtos hortifruti, refletindo dinâmica de oferta e demanda. Itens como tomate longa vida, cenoura e banana apresentam variações que impactam diretamente o consumidor final.
| Produto | Unidade | Preço | Observação |
|---|---|---|---|
| Conilon tipo 7 | saca | R$ 860,00 | Alta |
| Conilon tipo 7/8 | saca | R$ 855,00 | Estável |
| Conilon tipo 8 | saca | R$ 850,00 | Estável |
| Escolha de conilon | saca | R$ 300,00 | Subproduto |
| Pimenta preta ASTA | kg | R$ 26,00 | Estável |
| Cacau tipo 1 | kg | R$ 12,50 | Mercado regional |
| Tomate longa vida | kg | até R$ 9,17 | Ceasa |
| Cenoura | kg | até R$ 8,19 | Ceasa |
| Banana prata | kg | até R$ 5,50 | Ceasa |
O cenário do agro capixaba aponta três movimentos relevantes:
A combinação desses fatores reforça o Espírito Santo como um dos estados com maior diversidade produtiva do país, com impacto direto tanto no campo quanto nas cidades.
A tendência é de manutenção dos preços do café no curto prazo, enquanto o hortifruti segue sensível às condições climáticas e à oferta regional. O acompanhamento diário dos indicadores é essencial para produtores, comerciantes e consumidores.
Fontes: Ceasa-ES/CooABriel