O mercado agropecuário inicia esta quarta-feira (1º) com viés de ajuste nos principais grãos, enquanto proteínas apresentam comportamento desigual e o hortifruti segue relativamente estável no Espírito Santo.
A soja recua no Paraná, com a saca a R$ 122,81 no interior (-0,15%) e a R$ 129,24 no porto de Paranaguá (-0,27%). Apesar da queda no dia, o grão ainda acumula valorização no mês, indicando sustentação da demanda externa.
No café, o movimento também é de correção. O arábica é negociado a R$ 1.887,79 por saca (-0,59%), mantendo ganho mensal relevante. Já o robusta cai para R$ 965,73 (-0,11%) e acumula queda no mês, refletindo maior pressão de oferta.
O açúcar apresenta comportamento misto. Em São Paulo, leve alta na capital (R$ 105,46), enquanto em Santos há recuo (-0,89%), sinalizando ajuste nas exportações. O milho avança de forma moderada, cotado a R$ 70,37 (+0,11%), com estabilidade no curto prazo.
Entre as proteínas, o boi gordo mantém leve valorização e é negociado a R$ 356,00 por arroba, com ganho mensal acumulado. O frango registra alta mais expressiva, com o congelado a R$ 7,24 (+2,12%) e o resfriado a R$ 7,27 (+2,11%), indicando recuperação de preços.
Em contraste, o setor suinícola segue pressionado. A carcaça suína recua para R$ 9,64/kg (-2,53%), e o suíno vivo apresenta queda generalizada nos estados, refletindo demanda mais fraca e ajuste de mercado.
O trigo mantém trajetória de alta, com a tonelada a R$ 1.284,93 no Paraná (+0,52%) e R$ 1.152,68 no Rio Grande do Sul (+0,18%), sustentado por oferta mais restrita.
Hortifruti no ES: estabilidade com variações pontuais
No Espírito Santo, o mercado hortifrutigranjeiro apresenta estabilidade na maior parte dos produtos, com oscilações pontuais ligadas à oferta.
O mercado agropecuário inicia esta quarta-feira (1º) com movimento de correção nos grãos e cenário misto nas proteínas, enquanto o trigo segue sustentado por alta acumulada.
A soja registra queda no Paraná. No interior, a saca é negociada a R$ 122,81 (-0,15%), enquanto no porto de Paranaguá o valor chega a R$ 129,24 (-0,27%). Apesar do recuo diário, o grão mantém valorização no mês, indicando sustentação da demanda, principalmente no mercado externo.
O café também apresenta desvalorização. O arábica recua para R$ 1.887,79 por saca (-0,59%), mas ainda acumula alta mensal consistente. Já o robusta é cotado a R$ 965,73 (-0,11%) e segue pressionado no acumulado do mês, refletindo maior oferta.
No açúcar, o cenário é dividido. Em São Paulo, a saca apresenta leve alta (R$ 105,46), enquanto em Santos há queda (-0,89%), sinalizando ajuste nas exportações. O milho avança discretamente, cotado a R$ 70,37 (+0,11%), mantendo estabilidade no curto prazo.
Entre as proteínas, o boi gordo apresenta leve valorização e é negociado a R$ 356,00 por arroba, com ganho mensal moderado. O frango registra alta mais forte: congelado a R$ 7,24 (+2,12%) e resfriado a R$ 7,27 (+2,11%), indicando recuperação de preços.
O setor suinícola segue em queda. A carcaça suína recua para R$ 9,64/kg (-2,53%), enquanto o suíno vivo apresenta baixa em diversos estados, refletindo ajuste na demanda.
O trigo mantém trajetória de alta. No Paraná, a tonelada é negociada a R$ 1.284,93 (+0,52%), e no Rio Grande do Sul a R$ 1.152,68 (+0,18%), sustentado por oferta mais restrita.
Fontes: CEPEA/ESALQ