A Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) reuniu, nesta segunda-feira (30), em Vitória, representantes de instituições financeiras e entidades de apoio ao setor agropecuário para alinhar as diretrizes do Plano Safra Capixaba 2025/2026. A expectativa é de que o novo plano seja divulgado nas próximas semanas, ampliando o acesso ao crédito rural e impulsionando a produção no Espírito Santo.
No encontro, participaram executivos do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banestes, Sicoob, Sicredi, Cresol e Banco do Nordeste. Também estiveram presentes representantes da Agricultura Forte, do Centro de Desenvolvimento do Agronegócio (Cedagro), da Federação das Associações de Produtores do Espírito Santo (Fapaes), do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) e das Centrais de Abastecimento do Espírito Santo (Ceasa). Pelo governo federal, confirmaram presença o Ministério da Agricultura (Mapa), o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).
Durante as discussões, foram apresentados cenários de mercado, desafios na concessão de crédito e propostas para otimizar as políticas públicas de financiamento rural no estado. A Seag também divulgou os resultados parciais da safra 2024/2025, que apontam avanços nas contratações de crédito e no cumprimento das metas previstas.
O secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli, destacou a importância do diálogo no processo de elaboração do novo plano:
“A construção de uma política agrícola sólida depende da articulação com quem opera o crédito e, principalmente, com as entidades que apoiam os produtores na obtenção desses recursos. Esse diálogo reafirma nosso compromisso de preparar um Plano de Crédito Rural que realmente atenda às necessidades do produtor capixaba”, ressaltou.
Segundo a Seag, o Plano Safra Capixaba 2025/2026 terá como principais objetivos:
ampliar o acesso ao crédito para pequenos e médios produtores;
estimular a adoção de tecnologias sustentáveis no campo;
reforçar a inclusão produtiva respeitando as especificidades regionais do Espírito Santo.