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China acelera plano para transformar yuan em moeda global

Banco central chinês anuncia novas ferramentas para ampliar liquidez internacional, fortalecer Xangai como polo financeiro e reduzir vulnerabilidade a choques externos

Estadão Conteúdo 17/06/2026 07:15
China acelera plano para transformar yuan em moeda global
Imagem: IA/VN

Autoridades chinesas lançaram nesta quarta-feira (17) medidas para promover o uso do yuan globalmente, no mais recente esforço para construir uma infraestrutura financeira mais resiliente e proteger a economia do país de choques externos.

Senac 16 de julho — Capa (rail)

O presidente do Banco Popular da China (PBoC), Pan Gongsheng, anunciou o estabelecimento de um novo mecanismo de recompra para permitir que autoridades monetárias estrangeiras, incluindo fundos soberanos, obtenham liquidez em yuan do banco central chinês, usando títulos como garantia.

Pan também revelou que a China lançará um programa piloto para negociação de câmbio de yuan offshore na Zona de Livre Comércio de Xangai, ao discursar para executivos financeiros na cidade. A iniciativa tem o objetivo de transformar Xangai em um centro global para alocação de ativos e gerenciamento de risco denominados em yuan.

Sobre o controle da política monetária chinesa pelo banco central, Pan disse que o PBoC tomará várias medidas para aprimorar o mecanismo de regulação das taxas de juros de curto prazo.

SESC PICASSO

As iniciativas sugerem que as autoridades chinesas podem estar se voltando para o uso da taxa overnight do banco central como o principal referencial de política monetária, assim como a maioria dos países. O principal referencial do PBoC é atualmente a taxa de recompra reversa de sete dias.

Pan disse ainda que a autoridade monetária está formulando ferramentas para fornecer liquidez de emergência a instituições não bancárias durante crises.

O discurso do chefe do PBoC, porém, não sinalizou para a flexibilização da política monetária, embora tenha ocorrido após a divulgação de indicadores fracos da economia chinesa, na véspera. Em maio, ocorreu a primeira queda nos gastos do consumidor chinês em mais de três anos e uma nova redução nos gastos com investimentos. Fonte: Dow Jones Newswires.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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