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Café arábica sobe 1,52%, açúcar avança e milho tem leve recuperação

Indicadores do Cepea mostram saca de arábica a R$ 1.601,25, robusta em queda e açúcar cristal valorizado no mercado paulista

Vitória News 19/10/2026 07:58
Café arábica sobe 1,52%, açúcar avança e milho tem leve recuperação
Imagem criada por IA/VN

O café arábica registra alta de 1,52% na cotação divulgada nesta segunda-feira (19), com a saca de 60 quilos negociada a R$ 1.601,25 na referência do Cepea/Esalq. O café robusta apresentou movimento contrário, com queda de 0,50% e preço de R$ 963,28 por saca.

Senac 16 de julho — Capa (rail)

O açúcar cristal também registrou valorização no mercado paulista, enquanto o milho apresentou pequena recuperação depois das quedas observadas nas sessões anteriores.

As informações correspondem ao último fechamento disponível, referente à sexta-feira (16).

Café arábica mantém valorização

O indicador do café arábica avançou de R$ 1.577,21 para R$ 1.601,25 por saca de 60 quilos, alta diária de 1,52%.

Com esse resultado, o produto passou a acumular valorização de 1,55% em outubro.

Nos levantamentos anteriores, o preço havia registrado R$ 1.547,28 na terça-feira (13), R$ 1.571,19 na quarta-feira (14) e R$ 1.577,21 na quinta-feira (15).

Em dólares, a saca encerrou a última apuração cotada a US$ 315,52.

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Café robusta recua para R$ 963,28

O café robusta, grupo que inclui o conilon produzido em larga escala no Espírito Santo, apresentou queda de 0,50% no último fechamento.

A saca passou de R$ 968,10 para R$ 963,28, redução de R$ 4,82.

No acumulado do mês, a desvalorização chegou a 2,25%.

Em dólares, o preço ficou em US$ 189,81 por saca.

O comportamento do robusta contrasta com a valorização do arábica, que apresentou alta no mesmo levantamento.

Embora o conilon pertença ao grupo dos cafés canéforas, suas cotações regionais podem diferir do indicador nacional do robusta, conforme a qualidade, o mercado e as condições de negociação.

Açúcar cristal sobe em São Paulo

O açúcar cristal branco apresentou valorização de 0,85% no indicador referente ao estado de São Paulo.

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A saca de 50 quilos passou de R$ 124,68 para R$ 125,74, acumulando alta de 3,81% em outubro.

Em dólares, o produto foi cotado a US$ 24,78.

O movimento foi diferente no indicador do Porto de Santos, calculado na modalidade FOB, com preços médios sem impostos.

Nesse mercado, a saca recuou 0,10%, passando de R$ 138,64 para R$ 138,50.

Apesar da pequena queda diária, o indicador de Santos acumula valorização de 10,25% no mês.

Milho tem leve recuperação, mas acumula queda mensal

O preço do milho apresentou alta de 0,06% no último levantamento, com a saca de 60 quilos cotada a R$ 64,85.

Na quinta-feira (15), o indicador havia encerrado a R$ 64,81.

A recuperação foi pequena diante das perdas registradas anteriormente. Na terça-feira (13), o milho havia apresentado queda diária de 2,61%, seguida de novos recuos nas sessões seguintes.

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No acumulado de outubro, a desvalorização do cereal chega a 5,56%.

Em dólares, a saca foi cotada a US$ 12,78.

O milho é uma matéria-prima importante para a produção de rações utilizadas na avicultura, suinocultura e em outras atividades pecuárias, o que torna seu preço relevante para diferentes cadeias produtivas.

Cotações refletem último fechamento do mercado

Os indicadores divulgados pelo Cepea mostram movimentos distintos entre as commodities agrícolas.

O café arábica e o açúcar cristal paulista apresentaram valorização, enquanto o robusta e o açúcar negociado em Santos registraram recuo.

O milho teve pequena alta, mas permaneceu pressionado pelas perdas acumuladas em outubro.

Todos os valores apresentados nesta edição correspondem ao fechamento de sexta-feira, 16 de outubro de 2026, utilizado como referência para as cotações divulgadas nesta segunda-feira (19).

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