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Economia

Bolsas de NY fecham sem direção com tensões no Oriente Médio e falas de dirigentes do Fed

Estadão Conteúdo 24/09/2026 17:39

As bolsas de Nova York fecharam sem direção única nesta quinta-feira, 24, refletindo as renovadas tensões no Oriente Médio e o avanço do petróleo e dos juros dos Treasuries. Investidores também acompanharam o encontro dos presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, na Casa Branca, além de falas hawkish de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).

Senac 16 de julho — Capa (rail)

O Dow Jones fechou em queda de 0,31%, aos 51.349,89 pontos; o S&P 500 caiu 0,02%, em 7.704,23 pontos; e o Nasdaq subiu 0,01%, encerrando em 26.939,37 pontos.

Os índices acionários operaram de forma volátil ao longo da sessão. No começo da tarde, a informação de que os Emirados Árabes Unidos suspenderam, a partir de hoje, voos de companhias iranianas no país fez as bolsas renovarem consecutivamente as mínimas intradiárias.

Logo em seguida, a Reuters noticiou que os EUA e o Irã estão discutindo em Nova York um acordo em etapas para reabrir o Estreito de Ormuz, ajudando Wall Street a ganhar certo fôlego.

SESC PICASSO

Entre os destaques, o setor de comunicações foi o maior beneficiado (+1,92%) do dia. A Meta ganhou 4,5% após anunciar novos óculos inteligentes e um dispositivo portátil integrado ao seu agente de inteligência artificial (IA) Muse. A Oracle, por outro lado, tombou quase 4% ao invocar uma cláusula de força maior para tentar adiar suas obrigações de pagamento relacionadas ao Projeto Jupiter - um megadatacenter no Novo México.

A MGM Resorts teve a queda mais forte (-11%), atribuída à desistência do executivo Barry Diller de comprar a operadora de cassinos. Já a Dropbox registrou baixa de 4,81% depois que o Citi rebaixou a classificação das ações de "neutra" para "venda".

CONTADOR - BONUS

No radar, também estão comentários de dirigentes do Fed sobre preocupações com a inflação, em decorrência dos altos preços de energia. O presidente do Fed de Nova York, John Williams, disse que é razoável considerar que o banco central talvez precise elevar os juros novamente antes do fim do ano. Enquanto Beth Hammack, da distrital de Cleveland, e Tom Barkin (Fed de Richmond) alertaram sobre a persistência dos choques energéticos.

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