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Seis suspeitos morrem em ação da polícia que encontrou arsenal com metralhadora e fuzis no PR

FolhaPress 17/01/2025 14:18

CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) - Seis homens morreram baleados nesta sexta-feira (17) durante uma operação da Polícia Militar e da Polícia Civil do Paraná que encontrou um arsenal de armas em uma chácara em Ponta Grossa (a 115 quilômetros de Curitiba).

Senac 16 de julho — Capa (rail)

As mortes ocorreram durante confronto de oito minutos com os policiais, de acordo com a Sesp (Secretaria de Estado da Segurança Pública). Nenhum policial ficou ferido. As identidades dos suspeitos não foram divulgadas.

No local, foram encontrados e apreendidos sete fuzis, uma metralhadora, uma pistola, diversas munições, 36 carregadores de fuzil, coletes e placas balísticas, explosivos, placas de veículos, além de um veículo blindado e clonado.

Segundo a secretaria, as equipes do Tigre (Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial), da Polícia Civil, e do COE (Comandos e Operações Especiais), da Polícia Militar, cumpririam um mandado de busca e apreensão no local e foram recebidas a tiros.

De acordo com nota da Sesp, os suspeitos eram especializados em roubos a bancos e carros-fortes, com uso de violência, e se organizavam "para executar um roubo de grande impacto".

SESC PICASSO

"Nosso objetivo seria a prisão desses marginais hoje, e infelizmente houve o confronto. Mas são menos seis indivíduos roubando banco e carro-forte. Eles são faccionados [integrantes de facções criminosas]. Dois deles foram beneficiados com a saidinha do fim do ano e não retornaram. Os outros estão sendo identificados também", afirmou o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.

O grupo já estava sendo investigado e monitorado pelas autoridades desde dezembro. A chácara em Ponta Grossa seria o esconderijo da organização criminosa.

CONTADOR - BONUS

Ainda durante fala à imprensa nesta sexta, o secretário da Segurança Pública citou o ataque na cidade de Guarapuava em abril de 2022, quando um grupo fortemente armado tentou roubar um caixa-forte de uma empresa. Eles atiraram contra um batalhão da PM, incendiaram carros e caminhões e fizeram reféns.

"Guarapuava foi um marco para a segurança no Paraná e no país. Nós mudamos vários protocolos de segurança depois daquele caso", disse Hudson.

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