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Polícia Civil pede prisão de suspeito que aparece em vídeo abandonando carro de professora morta em SP

FolhaPress 07/05/2025 11:37

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Polícia Civil pediu à Justiça a prisão temporária do suspeito flagrado por câmera de monitoramento abandonando o carro da professora Fernanda Reinecke Bonin, 42, na rua Ricardo Moretti, na região do autódromo de Interlagos, zona sul de São Paulo.

Senac 16 de julho — Capa (rail)

"Durante as apurações, os investigadores localizaram uma impressão digital parcial no veículo da vítima, que está sendo analisada. A prisão temporária do suspeito foi solicitada à Justiça, que está deliberando o pedido", afirmou a SSP (Secretaria da Segurança Pública).

A identidade do homem não foi divulgada.

Imagens de câmeras de segurança também são examinadas e as investigações prosseguem para esclarecer o crime. O caso é investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa).

O veículo da vítima, um Hyundai Tucson, foi encontrado no sábado (3). Dentro, havia uma faca e um celular.

Uma câmera de segurança registrou quando um casal abandonou o carro da professora, em 27 de abril, mesmo dia em que ela desapareceu.

O corpo de Bonin foi localizado na manhã de segunda-feira (28) com um cadarço enrolado no pescoço, na avenida João Paulo da Silva, na Vila da Paz.

SESC PICASSO

O caso é investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). O caso foi registrado inicialmente como latrocínio (roubo seguido de morte), mas os agentes também trabalham com a hipótese de homicídio.

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher da professora, a veterinária Fernanda Loureiro Fazio, 45, declarou em depoimento que as duas estavam em fase de reconciliação e não moravam juntas.

O casal estava junto havia oito anos entre idas e vindas e tem dois filhos. Elas faziam terapia de casal para que o retorno do relacionamento, afirmou a veterinária.

Na tarde de domingo (27), de acordo com o boletim de ocorrência, Fazio estava levando as crianças para sua casa, já que na segunda-feira (28) era a responsável por deixa-las na escola.

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Mas a veterinária disse que o carro teve problemas na marcha. Por isso, teria pedido ajuda à Bonin, que saiu de casa sozinha. Passados 30 minutos, ela não chegou ao local combinado.

A marcha do carro da veterinária voltou a engatar e ela foi até o condomínio da professora, mas o porteiro não soube dar informações se ela tinha saído ou não.

No dia seguinte, como Bonin não apareceu no trabalho, a veterinária acionou a Polícia Militar e passou a procurá-la em hospitais. De volta ao condomínio, conseguiu imagens que mostram a professora saindo sozinha.

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