Alterações na pele abaixo dos olhos têm diferentes causas e exigem tratamentos específicos, segundo especialistas
Dormir bem nem sempre é suficiente para afastar a aparência de cansaço no rosto. As olheiras — marcas escuras abaixo dos olhos — podem persistir mesmo após uma noite de descanso e estão associadas a diferentes fatores, que vão além da falta de sono.
A região das pálpebras é uma das mais delicadas do corpo. Por ser até cinco vezes mais fina do que a pele do restante do rosto, torna-se mais suscetível à transparência dos vasos sanguíneos e ao acúmulo de pigmentos, o que contribui para o escurecimento da área.
Tipos de olheiras e causas mais comuns
As olheiras podem ser classificadas em quatro tipos principais. As vasculares apresentam coloração arroxeada, geralmente causada pela maior visibilidade dos vasos sanguíneos. Já as pigmentares são amarronzadas e estão ligadas ao excesso de melanina na pele.
Há também as estruturais, que surgem a partir do afundamento da região abaixo dos olhos, criando sombras que intensificam o aspecto escuro. Por fim, existem as olheiras mistas, que combinam dois ou mais desses fatores.
Cada tipo exige uma abordagem diferente, o que torna o diagnóstico adequado essencial para um tratamento eficaz.
Tratamentos variam conforme o diagnóstico
Entre as opções disponíveis estão o uso de cremes clareadores, procedimentos com laser ou luz intensa pulsada e até preenchimento com ácido hialurônico, indicado especialmente para casos estruturais.
Soluções caseiras, como compressas frias ou o uso de pepino gelado, podem oferecer alívio temporário, mas não atuam na causa do problema.
Por isso, a recomendação é buscar avaliação com um dermatologista, que poderá indicar o tratamento mais adequado de acordo com o tipo de olheira e as características da pele.
Cuidar da região dos olhos vai além da estética e está diretamente relacionado à saúde da pele, prevenindo o agravamento das marcas ao longo do tempo.
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