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Internações por vírus respiratórios caem no Brasil, mas cinco estados seguem em situação de risco

Boletim InfoGripe aponta desaceleração dos casos de SRAG, embora Acre, Maranhão, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina ainda registrem tendência de crescimento

Vitória News 26/07/2026 09:26
Internações por vírus respiratórios caem no Brasil, mas cinco estados seguem em situação de risco
Imagem gerada por IA/VN

A circulação dos principais vírus respiratórios começou a perder força em grande parte do Brasil. Dados do boletim InfoGripe mostram redução das hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), especialmente nos casos associados ao vírus sincicial respiratório (VSR) e às influenzas A e B.

Senac 16 de julho — Capa (rail)

O levantamento considera as informações da Semana Epidemiológica 28, correspondente ao período de 12 a 18 de julho.

Apesar da melhora no cenário nacional, cinco estados ainda exigem atenção. Acre, Maranhão, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina permanecem em níveis de risco ou alto risco para SRAG e apresentam tendência de crescimento nas últimas semanas.

Outros estados também continuam em situação de alerta, mas com estabilidade ou redução no avanço das internações.

Três capitais registram aumento dos casos

Entre as capitais, João Pessoa, Rio Branco e São Luís apresentam crescimento das ocorrências de SRAG.

SESC PICASSO

Outras cidades permanecem em alerta, porém sem uma tendência consistente de aumento. Segundo o monitoramento, o comportamento da doença varia de acordo com a região e a faixa etária, o que exige acompanhamento contínuo das autoridades de saúde. As crianças de até dois anos continuam sendo o grupo com maior incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave, principalmente por causa do vírus sincicial respiratório. Já o maior número de mortes permanece concentrado entre pessoas com 65 anos ou mais, especialmente em decorrência da influenza A.

Nas quatro últimas semanas analisadas, o VSR respondeu pela maior parcela dos casos positivos de vírus respiratórios. Na sequência aparecem rinovírus, influenza A, influenza B e Covid-19.

Mesmo com a desaceleração dos casos, a recomendação é que a população mantenha as medidas de prevenção.

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Entre as principais orientações estão manter a vacinação atualizada contra influenza e Covid-19. Para as gestantes, também é indicada a imunização contra o VSR, que ajuda a proteger os recém-nascidos nos primeiros meses de vida. A higienização frequente das mãos, o uso de máscaras em ambientes de saúde e o isolamento de pessoas com sintomas respiratórios também continuam sendo recomendados.

Em 2026, o sistema InfoGripe já contabilizou mais de 120 mil notificações de SRAG no país, reforçando a importância da vigilância epidemiológica e da adoção de medidas para evitar complicações e novas internações.

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