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Coalizão saudita diz ter destruído instalações de mísseis dos Houthis no Iêmen

Estadão Conteúdo 26/10/2026 09:39

A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita afirmou nesta segunda-feira, 26, que destruiu cinco túneis usados para armazenar mísseis balísticos, quatro lançadores e outro depósito de armamentos em áreas do Iêmen controladas pelos Houthis, apoiados pelo Irã. Segundo o porta-voz da coalizão, major-general Turki al-Malki, a operação enfraqueceu a capacidade dos rebeldes de atacar o território saudita e buscou interromper suas linhas de abastecimento. Ele prometeu manter "medidas operacionais de dissuasão".

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Explosões foram ouvidas em Sanaa, a capital dominada pelos Houthis, e na costa do Mar Vermelho. Moradores relataram ao menos quatro detonações na região oeste da cidade. Na cidade portuária de Mokha, recém-capturada pelos rebeldes, um foguete atingiu um edifício residencial de quatro andares, segundo testemunhas. Ao menos dez casas e o hospital local ficaram danificados. A TV Al-Masirah, ligada aos Houthis, também relatou ataques nas províncias de Saada e Taiz.

Os Houthis, por sua vez, afirmaram ter lançado mísseis balísticos contra concentrações de tropas e depósitos de armas de forças governamentais apoiadas por Riad em Áden e Lahj. A alegação não pôde ser verificada de forma independente. No domingo, o governo iemenita acusou o grupo de atingir campos de deslocados em Áden, sem apresentar provas.

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Em Israel, o ministro da Defesa, Israel Katz, negou relatos de divergências entre o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e os militares sobre uma eventual operação contra o Irã antes das eleições de terça-feira. No domingo, o Canal 12 noticiou que o chefe do Estado-Maior se opôs a uma "ação" ordenada por Netanyahu por temer a retomada do conflito. O gabinete do premiê classificou a informação como "notícia falsa". "Não houve qualquer intenção de iniciar um ataque contra o Irã antes das eleições", disse Katz, ressaltando que Israel responderia com força a uma agressão iraniana.

O presidente israelense, Isaac Herzog, afirmou que não aceitará pressões do presidente americano, Donald Trump, na escolha de quem tentará formar o próximo governo. "Nem Trump nem qualquer outra pessoa pode interferir", declarou à MS NOW. Trump reiterou apoio à reeleição de Netanyahu. Com a perspectiva de nenhum partido obter maioria no Knesset, caberá a Herzog indicar um líder para tentar reunir uma coalizão.

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Em Teerã, o chefe do Exército paquistanês, Asim Munir, o ministro da Defesa saudita, Khalid bin Salman, e o chefe da inteligência turca, Ibrahim Kalin, reúnem-se com o comandante iraniano Mohsen Rezaei, segundo a senadora paquistanesa Sehar Kamran. As conversas ocorrem em meio a esforços para retomar o diálogo entre EUA e Irã e conter riscos à segurança da Arábia Saudita e ao transporte de petróleo pelos estreitos de Ormuz e Bab al-Mandab. Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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