Consumidores de todo o país passam a contar com uma nova ferramenta para verificar, antes da compra, se um celular foi roubado, furtado ou extraviado. O Governo Federal lançou o Cadastro Nacional de Celulares com Restrição (CNCR), que integra as bases de dados do programa Celular Seguro, do Cadastro de Estações Móveis Impedidas (CEMI) e da Base Nacional de Boletins de Ocorrência (BNBO).
A medida foi instituída pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e publicada no Diário Oficial da União nesta semana. A iniciativa busca fortalecer o combate à receptação de celulares com origem criminosa, além de oferecer mais segurança ao consumidor no momento da aquisição de aparelhos.
Segundo a Anatel, a criação da base unificada é um avanço na prevenção de crimes e proteção do cidadão. “O cidadão tem o direito de saber se o celular que ele está comprando é roubado ou não. O cadastro é uma garantia ao cidadão. Com ele, a ferramenta Celular Seguro segue oferecendo mais segurança aos brasileiros na hora de adquirir um bem tão essencial na vida cotidiana como é o telefone móvel nos dias de hoje", afirmou o secretário-executivo do MJSP, Manoel Carlos de Almeida Neto.
O acesso ao Cadastro Nacional de Celulares com Restrição pode ser feito diretamente pelo aplicativo Celular Seguro, disponível para os sistemas Android e iOS. Para realizar a consulta, basta informar o número do IMEI (código de 15 dígitos que identifica o aparelho) ou utilizar a câmera do celular para leitura do código de barras.
Como consultar se o celular está com restrição
Veja o passo a passo:
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Na tela inicial, selecione a opção “Celulares com Restrição”;
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Digite o número do IMEI (composto por 15 números) ou use a câmera para escanear o código de barras do aparelho;
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Para descobrir o número do IMEI no celular que será consultado, digite *#06# no teclado de chamadas;
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Se não houver nenhuma restrição registrada, a tela exibirá a mensagem informando que o aparelho está liberado para uso.
O CNCR também contribui para desestimular o mercado ilegal de celulares, pois permite que qualquer pessoa, em segundos, confira se o dispositivo possui algum tipo de bloqueio, evitando transtornos e prejuízos financeiros.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República