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Atlas da violência revela os estados mais e menos violentos do país

Vitória News 16/05/2025 10:28

O Atlas da Violência 2025, divulgado nesta semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mostra que a taxa de homicídios no Brasil recuou para 21,2 a cada 100 mil habitantes em 2023, queda de 2,3% em relação a 2022. Queda na taxa de homicídios em 2023 Segundo o levantamento, a redução nacional marca o terceiro ano consecutivo de declínio desde 2021. Ainda assim, nove unidades da federação registraram alta na taxa de homicídios:

Estado Variação da taxa (%)
Alagoas 4,7
Amapá 41,7
Maranhão 3,0
Mato Grosso 1,7
Mato Grosso do Sul 5,1
Minas Gerais 3,2
Pernambuco 8,0
Rio de Janeiro 13,6
Rio Grande do Sul 0,6
Estados mais e menos violentos

São Paulo registrou a menor taxa de homicídios em 2023 (6,4 por 100 mil habitantes), enquanto o Amapá liderou o ranking de violência, com 57,4. Confira a lista completa:

SESC PICASSO
Estado Homicídios por 100 mil habitantes (2023)
Acre 23,7
Alagoas 35,3
Amapá 57,4
Amazonas 36,8
Bahia 43,9
Ceará 32,0
Distrito Federal 11,0
Espírito Santo 27,7
Goiás 21,4
Maranhão 27,9
Mato Grosso 30,8
Mato Grosso do Sul 20,7
Minas Gerais 12,9
Pará 28,6
Paraíba 26,5
Paraná 18,9
Pernambuco 38,0
Piauí 22,0
Rio de Janeiro 24,3
Rio Grande do Norte 26,4
Rio Grande do Sul 17,2
Rondônia 30,0
Roraima 35,9
Santa Catarina 8,8
São Paulo 6,4
Sergipe 29,4
Tocantins 25,8

Sete estados ficaram abaixo da média nacional de 21,2 homicídios por 100 mil habitantes: Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Impacto regional A comparação com o mapa de cinco anos atrás revela mudanças graduais na geografia da violência. Apesar de a menor concentração de homicídios ainda se situar na Região Sul, diversos estados do Norte e Nordeste — como Acre, Pará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe — reduziram significativamente seus índices. No entanto, Bahia, Amapá, Pernambuco, Amazonas e Ceará mantêm as taxas mais elevadas do país.

Fonte: Br61
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