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Advogada é morta a tiros ao sair de casa em em Belo Horizonte

FolhaPress 23/09/2025 12:33

BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - A advogada criminalista Kamila Cristina Rodrigues dos Santos, 32, foi assassinada na última segunda-feira (22), quando saía de casa no bairro Ermelinda, na regional noroeste de Belo Horizonte.

Senac 16 de julho — Capa (rail)

Imagens de câmeras de segurança mostram que um carro se aproxima da vítima às 7h. Uma pessoa encapuzada sai do veículo e atira contra a advogada. Segundo a polícia, ao menos 22 disparos foram efetuados no local. Até o momento, ninguém foi preso.

De acordo com o boletim de ocorrência, o veículo usado no assassinato, um Kia Cerato, estava com as placas clonadas. A perícia contabilizou, de forma preliminar, 22 cápsulas de munição 9 milímetros no local do crime.

O circuito de segurança ainda mostra que o assassino, antes de deixar o local, pega um objeto que foi identificado pela Polícia Militar como o celular da vítima.

O aparelho foi encontrado horas depois na avenida Waldomiro Lobo, a cerca de 7 quilômetros do endereço do crime, por uma pessoa que passava pelo local, de acordo com o registro policial.

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O celular foi encaminhado para a delegacia de homicídios, responsável pela investigação do caso. A Polícia Civil afirmou que peritos e investigadores compareceram ao local do crime para coletar evidências.

O corpo da vítima foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) e liberado aos familiares na noite de segunda.

Os policiais também localizaram durante a noite um veículo carbonizado em uma área da região norte da capital mineira. A corporação suspeita que o veículo tenha sido no crime.

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Além de advogar na área criminal, Kamila também atuava nas áreas de direito civil, familiar e trabalhista, segundo uma página dela em uma rede social.

A seccional mineira da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) disse que o assassinato é uma afronta à classe e ao Estado Democrático de Direito.

O presidente, Gustavo Chalfun, disse que determinou uma comissão para acompanhar o inquérito e defendeu o porte de armas para a categoria.

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