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PM do Rio reforça patrulhamento na orla após arrastões
Conteúdo editorial fornecido por Folhapress
NICOLA PAMPLONA

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Após uma onda de arrastões, a Polícia Militar do Rio reforçou a presença na orla da cidade nesta terça (13). Foram deslocados homens de três unidades especiais para o patrulhamento ostensivo.

Desde sábado (10), foram registrados uma série de arrastões na zona sul da cidade, principalmente em Ipanema, a maior parte durante a noite.

De acordo com a PM, homens do Batalhão de Policiamento de Grandes Eventos, do Batalhão de Polícia de Choque e do Regimento de Polícia Montada estão reforçando o patrulhamento na região.

Na madrugada desta terça, um menor foi preso em flagrante praticando roubos na rua Farme de Amoedo, em Ipanema.

No Centro, a polícia prendeu um grupo de pessoas fantasiadas de "bate-bola", uma das tradições do carnaval do subúrbio carioca, com uma pistola e uma granada.

Com eles, foram apreendidos celulares, carteiras e relógios que haviam sido roubados em blocos na região.

MORTES

No fim da manhã desta terça, um policial militar foi morto em tentativa de assalto no Méier, na zona norte. Foi o segundo caso durante o carnaval.

O sargento Fábio Miranda da Silva, 41, foi baleado no queixo, no tórax e na nuca e chegou a ser levado ao Hospital Municipal Salgado Filho, mas não resistiu.

Foi o 16º policial morto no Estado em 2018. Na noite de sábado, o soldado Dejair Jardim do Nascimento, 29, também morreu ao reagir a um assalto em São Gonçalo, na região metropolitana.

A prefeitura estima que cerca de 6,5 milhões de pessoas brincarão o carnaval no Rio este ano. Apesar disso, nem o governador Luiz Fernando Pezão (MDB), nem o prefeito Marcelo Crivella (PRB) estão na cidade.

Pezão passa o carnaval em Piraí e Crivella viajou para a Europa.
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