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Em um ano, São Paulo registra 21 mortes por febre amarela
Conteúdo editorial fornecido por Folhapress
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Balanço da Secretaria de Saúde registra 21 mortes em decorrência da febre amarela no Estado de São Paulo desde janeiro de 2017. Em números divulgados nesta sexta-feira (12), o governo também confirmou outros 40 casos da doença. O balanço anterior mostrava 29 casos confirmados, com 13 mortes.

As mortes ocorreram nas cidades de Américo Brasiliense, Amparo, Atibaia, Batatais, Itatiba, Jarinu, Mairiporã, Monte Alegre do Sul, Nazaré Paulista, Santa Lucia e São João da Boa Vista. Os demais casos de infecção foram registrados em Águas da Prata, Américo Brasiliense, Amparo, Atibaia, Caieiras, Campinas, Itatiba, Jundiaí, Mairiporã, Mococa/Cassia dos Coqueiros, Santa Cruz do Rio Pardo e Tuiti.

Segundo a secretaria o avanço da doença também é visto nos números em relação aos primatas, como macacos e bugios. São 2.491 casos e 617 mortes. Mais de 61% desses registros ocorreram na região de Campinas. As informações são da Agência Brasil.

Em consequência do crescimento do número de infectados, o governo promoverá uma campanha inédita de vacinação com início no dia 3 de fevereiro em 53 municípios paulistas. O objetivo é proteger moradores que residem em locais ainda não alcançados pelo vírus da doença, mas que estão mais propensos por estarem próximos à região de mata. A expectativa é vacinar cerca de 6 milhões de pessoas.

Segundo a Secretaria da Saúde, pessoas que moram em local em que não há circulação do vírus e não vão viajar para áreas consideradas de risco devem aguardar o início da campanha para tomar a vacina. Quem for viajar deve tomar a vacina dez dias antes do deslocamento.

A vacina a ser ofertada na campanha é do tipo fracionada que tem eficácia de oito anos. Quem já foi vacinado com a dose integral da vacina, mesmo que há muito tempo, não precisa do reforço. A modalidade fracionada somente será aplicada a partir de agora, em função do aumento dos casos. Ela terá um selo especial nas carteiras de vacinação.