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Exterior

Trump confirma para amanhã tarifas sobre produtos do México e do Canadá

FolhaPress 31/01/2025 09:54

(UOL/FOLHAPRESS) - Donald Trump confirmou a imposição de tarifas de 25% para produtos importados do México e do Canadá já a partir deste sábado (1º).

Senac 16 de julho — Capa (rail)

O presidente americano, porém, afirmou que ainda decidirá se elas incidirão sobre compras de petróleo.

Após a fala de Trump nesta quinta-feira (30) à noite, o dólar, que fechou em queda no Brasil, teve alta nos mercados internacionais.

Trump também voltou a afirmar que os EUA estão em processo de elevar as tarifas sobre produtos chineses e ameaçou mais uma vez os países do Bric, incluindo o Brasil.

"Exigiremos um compromisso desses países aparentemente hostis de que eles não criarão uma nova moeda do Brics, nem apoiarão nenhuma outra moeda para substituir o poderoso dólar americano, ou enfrentarão tarifas de 100%", disse Trump.

nesta sexta-feira (31), o porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, disse que "o Brics não está falando sobre a criação de uma moeda comum, nem nunca o fez".

Um ataque aéreo israelense matou pelo menos duas pessoas e deixou dez feridas em Janta, no Vale do Bekaa, no leste do Líbano, apesar do cessar-fogo acertado no final de novembro.

A cidade fica perto da Síria, longe da fronteira com Israel.

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O governo israelense confirmou o bombardeio, dizendo que seu objetivo foi destruir "alvos do Hezbollah no Vale do Bekaa (...) que representavam uma ameaça".

O acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah foi fechado em 27 de novembro, após dois meses de ataques israelenses que deixaram cerca de 4 mil mortos e 16 mil feridos. Israel disse que os bombardeios visavam impedir o lançamento de foguetes contra seu território.

Desde que o acordo entrou em vigor, cerca de 90 pessoas foram mortas e mais de 220 feridas no Líbano, segundo o Ministério da Saúde local. Não há relatos de vítimas do lado israelense.

Sem apresentar evidências, Trump acusou nesta quinta-feira (30) os governos Biden e Obama pela colisão entre um avião de passageiros e um helicóptero militar em Washington na noite de quarta-feira. O acidente deixou 67 mortos.

"Eu coloquei segurança primeiro. Obama, Biden e os democratas colocam a política na frente", disse Trump, durante uma entrevista coletiva.

O presidente americano também insinuou, novamente sem apresentar dados concretos, que o desastre pode ter relação com políticas de inclusão e diversidade.

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"A FAA [Administração Federal de Aviação] está recrutando ativamente trabalhadores que sofrem de deficiências intelectuais graves, problemas psiquiátricos e outras condições mentais e físicas sob uma iniciativa de contratação de diversidade e inclusão", disse Trump.

As causas do desastre ainda estão sendo investigadas. Segundo um relatório preliminar interno de segurança da FAA a que o New York Times teve acesso, o número de funcionários da torre de controle "não era normal para a hora do dia e o volume de tráfego".

As Brigadas Ezzedine al Qassam, a ala militar do Hamas, admitiram nesta quinta-feira (30) que seu líder Mohammed Deif foi morto em 13 de julho, durante um bombardeio no sul da Faixa de Gaza. O grupo também disse, sem especificar, que "outros dirigentes" morreram.

A morte de Deif já havia sido anunciada por Israel no começo de agosto, mas nunca houve uma confirmação pelo lado palestino.

Deif é acusado por Israel de ter "dirigido, planejado e executado" o ataque de 7 de outubro de 2023, que deixou cerca de 1,2 mil mortos em Israel, incluindo centenas de civis.

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Ele teve sua prisão decretada no final de novembro pelo Tribunal Penal Internacional por crimes de guerra e contra a humanidade. Na mesma decisão, foram pedidas as prisões do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e de seu ex-ministro da Defesa Yoav Gallant, pelos mesmos motivos. Filho de uma família de palestinos refugiados, Deif nasceu em 1965 no campo de Khan Yunis. Ele é tido como um dos principais responsáveis pela rede de túneis construída pelo Hamas sob a Faixa de Gaza.

O governo de Uganda confirmou nesta quinta-feira (30) a ocorrência de um surto de Ebola e a primeira morte pela doença na capital do país, Kampala.

"O paciente teve falência de vários órgãos e sucumbiu à doença em 29 de janeiro. Amostras post-mortem confirmaram o vírus Ebola do Sudão", disse o Ministério da Saúde em um comunicado.

As autoridades tentam agora rastrear as pessoas que tiveram contato próximo com a vítima, mas, em uma cidade com 4 milhões de habitantes, essa não é uma tarefa fácil.

Esse é o nono surto da doença desde o primeiro registro da infecção no país do leste africano em 2000.

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