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Sinais como coprofagia, cansaço e dificuldade de locomoção merecem atenção nos cães

Mudanças de comportamento, mobilidade e disposição podem ter diferentes causas e devem ser avaliadas por um médico-veterinário

Vitória News 29/09/2026 11:14
Sinais como coprofagia, cansaço e dificuldade de locomoção merecem atenção nos cães
Foto: Edjane Madza/DrogaVet/Divulgação

Ingerir fezes, demonstrar cansaço excessivo, evitar escadas, perder o interesse por brincadeiras ou reagir de forma intensa a ruídos são comportamentos que nem sempre devem ser atribuídos apenas à idade ou a uma característica do animal. Esses sinais podem estar relacionados a alterações gastrointestinais, nutricionais, articulares ou comportamentais.

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Segundo a médica-veterinária Farah Ramalho, coprofagia, dificuldade de mobilidade, baixa disposição e manifestações de estresse estão entre as queixas frequentes nos consultórios. Como podem ter diferentes causas, a orientação é procurar avaliação profissional quando os sintomas persistirem ou estiverem acompanhados de outras alterações.

A coprofagia, por exemplo, pode estar associada a verminoses, problemas digestivos, deficiência de nutrientes, condições ambientais ou fatores comportamentais. Perda de peso, diarreia persistente e mudanças no apetite ou nas fezes são sinais que exigem investigação veterinária.

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Medidas simples também podem ajudar no manejo, como recolher rapidamente as fezes, manter o ambiente limpo, oferecer estímulos e evitar punições. Dependendo da causa identificada, o veterinário poderá indicar mudanças na alimentação, tratamento específico ou suplementação.

A redução da energia, alterações no peso e no apetite e mudanças na aparência da pelagem também merecem atenção. Esses sintomas podem estar relacionados à alimentação e ao envelhecimento, mas também aparecem em doenças dermatológicas, metabólicas e hormonais.

Outro ponto importante é a mobilidade. Rigidez, dificuldade para se levantar, redução da vontade de caminhar ou brincar e resistência para subir escadas podem indicar problemas articulares. A doença articular degenerativa, por exemplo, é crônica e progressiva e pode provocar dor e limitação dos movimentos.

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Nesses casos, o controle do peso, a prática de exercícios adequados e o acompanhamento periódico ajudam a preservar a mobilidade e o conforto do animal. Suplementos para articulações também podem fazer parte da rotina, desde que usados com orientação profissional.

Alterações comportamentais provocadas por fogos de artifício, tempestades, viagens ou mudanças na rotina também devem ser observadas. Tremores, respiração acelerada, inquietação, salivação excessiva, postura encolhida e tentativas de fuga podem indicar medo ou estresse.

Manter o cão em ambiente protegido, reduzir estímulos sonoros e preservar a rotina são algumas medidas que podem ajudar. Quando as reações são intensas ou frequentes, pode ser necessário acompanhamento veterinário e comportamental.

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Nesse contexto, empresas do setor veterinário têm ampliado a oferta de suplementos voltados a necessidades específicas dos cães. A DrogaVET, por exemplo, lançou uma linha de biscoitos funcionais direcionados à coprofagia, suporte nutricional, saúde articular e situações de estresse.

As formulações incluem combinações de prebióticos, probióticos, aminoácidos, vitaminas, minerais e outros componentes usados como suporte nutricional. A empresa ressalta, porém, que esses produtos não substituem alimentação equilibrada nem tratamentos prescritos.

A recomendação é que qualquer mudança persistente na saúde ou no comportamento do animal seja investigada antes do início de suplementação. O acompanhamento veterinário continua sendo fundamental para identificar a causa do problema e definir a conduta mais adequada

Fonte: DrogaVET

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