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Rubio deve alertar sobre possíveis ações na Venezuela caso governo não colabore com os EUA

Estadão Conteúdo 28/01/2026 11:36
Rubio deve alertar sobre possíveis ações na Venezuela caso governo não colabore com os EUA

O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, planeja, nesta quarta-feira, 28, alertar que o governo Trump está pronto para tomar novas ações militares contra a Venezuela se a liderança interina do país se desviar das expectativas da Casa Branca.

Senac 16 de julho — Capa (rail)

Em depoimento preparado para uma audiência no Comitê de Relações Exteriores do Senado, Rubio irá afirmar que os EUA não estão em guerra com a Venezuela e que seus líderes interinos estão cooperando, mas observa que o governo Trump não descartaria o uso de força adicional, se necessário, após a operação que capturou o então presidente Nicolás Maduro no início deste mês.

"Estamos preparados para usar a força para garantir a máxima cooperação se outros métodos falharem", dirá Rubio, de acordo com sua declaração de abertura divulgada na terça-feira (27) pelo Departamento de Estado. "Esperamos que isso não seja necessário, mas nunca nos esquivaremos de nosso dever para com o povo americano e nossa missão neste hemisfério."

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Em seu depoimento, Rubio defenderá as decisões de Trump de remover Maduro para responder a acusações de tráfico de drogas nos EUA, continuar ataques militares em barcos suspeitos de contrabando de drogas e apreender petroleiros sancionados transportando petróleo venezuelano. O representante novamente negará as alegações de que Trump está violando a Constituição ao tomar tais ações.

Em mais um passo para a restauração das relações diplomáticas com a Venezuela, o Departamento de Estado notificou o Congresso nesta semana que pretende começar a enviar pessoal diplomático e de apoio adicional para Caracas para preparar uma possível reabertura da Embaixada dos EUA no país.

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Foi a primeira notificação formal da intenção da administração de reabrir a embaixada, que foi fechada em 2019. Normalizar totalmente os laços, no entanto, exigiria que os EUA revogassem sua decisão de reconhecer o parlamento venezuelano eleito em 2015 como o governo legítimo do país. Fonte: Associated Press*.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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