Rock in Rio 2024 anuncia espaço gastronômico com pratos dos cinco continentes

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Rock in Rio anunciou a estreia de um novo espaço, o Global Village, em sua edição de 2024. O ambiente, que deve ocupar 7.500 metros quadrados, promete unir música e gastronomia em um cenário inspirado em obras arquitetônicas de diferentes lugares do planeta.

O festival escolheu a cantora beninense Angélique Kidjo, vencedora de cinco prêmios Grammy, todos na categoria de melhor álbum global, para ser a embaixadora do Global Village. Kidjo também é a primeira artista confirmada para se apresentar no espaço.

A nova área do festival terá um arco de lojas, cada uma inspirada na arquitetura e na gastronomia de um lugar diferente do mundo, com um palco no centro, onde devem se apresentar artistas igualmente diversos. O Rock in Rio promete bares, pubs e restaurantes, que também terão suas próprias atrações, como uma loja de doces ao som de um pianista, um pub preenchido por jazz e um boteco com roda de samba.

Para entrar em cada um dos espaços, o público precisará agendar a visita.

“Trazer o Global Village para o Rock in Rio é também uma forma representar o nosso desejo de que toda essa atmosfera de mundo melhor da Cidade do Rock transborde globalmente. É um manifesto pela paz em um local onde o mundo inteiro vai se conectar”, disse em nota à imprensa Roberto Medina, presidente da Rock World, responsável pelo Rock in Rio e pelo The Town.

“Num mundo onde a cultura transborda, nossa equipe se inspirou em monumentos icônicos globais, ricos em representatividade para suas respectivas culturas, para dar vida a este inovador espaço na Cidade do Rock.”

A nota também traz um depoimento de Angélique Kidjo, em que ela diz que acredita no poder de união da música.

“No contexto que estamos vivendo hoje, onde estamos tão divididos, tão polarizados, a única coisa que eu acredito, do fundo do meu coração, que consegue nos unir e acabar com esse absurdo de ódio, é a música. Não podemos ter inimigos vindo de pessoas do mesmo país, do mesmo planeta. Somos guardiões um do outro”, ela afirma.

“Eu não entendo por que sempre que algo acontece, nós recorremos a violência. Por que não podemos usar nossas habilidades de diálogos? Somos inteligentes o suficiente? Estamos envolvidos o suficiente? Somos humanos o suficiente para resolver nossas diferenças sem brigas.”

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