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Ricos e Famosos
'Até hoje sofro preconceito dos atores das antigas', diz Caio Castro
Conteúdo editorial fornecido por Folhapress
Reprodução
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Caio Castro falou sobre a carreira no Vai Fernandinha de quarta-feira (2). O ator, descoberto em um concurso do Caldeirão do Huck afirma que, mesmo dez anos depois te ter começado na TV, ainda é visto com desconfiança pelos colegas veteranos quando o elenco se encontra para fazer leitura de texto antes das novelas começarem a ser gravadas.

"Até hoje [tem preconceito]. Como peço dispensa da preparação porque prefiro fazer à minha maneira para chegar na leitura e vomitar [o texto], os atores das antigas, por algum motivo, ficam: 'vai, vamos ver'. Quando eu vinha com o personagem quase construído, pensavam: 'filho da p***'. Alguns chegaram em mim e disseram: 'pensei várias paradas erradas, tinha mó preconceito mesmo, não sei por que'", disse ele, a Fernanda Souza.

Ele recorda como decidiu participar do teste para um papel em "Malhação". "Tinha feito 18 anos, saí com os amigos, no sábado de ressaca comecei a ver o 'Caldeirão'. Não sei, mas parecia que só faltou ele [Luciano Huck] falar meu nome". Fazer os testes, no entanto, não foi fácil.

"Mandei uma foto pelo correio, eles me ligaram, meu celular estava quebrado. Conseguiram o telefone da minha casa, eu não estava, meu pai atendeu. Pedi R$ 200 pro meu pai, peguei um ônibus para o Rio, dividi táxi com gente que não conhecia. Tinha pouco dinheiro, não conhecia ninguém, fui na cara e na coragem", conta.

"Dei uma dormida na rua, porque cheguei muito cedo. Quando acordei, tinha não sei quantas mil pessoas. Parece doideira eu falar isso, mas eu já sabia [que ganharia o concurso], não tinha dúvida". Ser ator, no entanto, não era um projeto seu, inicialmente.

"Eu sabia que não nasci para carreira acadêmica. O que funciona para mim é fazer as coisas sem cobrança. Minha confiança era fazer 'Malhação', não tinha pretensão de ser ator. Não sabia o que era ser ator, exercer o ofício. Eu queria estar ali dentro como espectador".
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