sexta-feira, 19 agosto, 2022
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Pazolini presta contas de sua gestão

O Prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), prestou contas das ações de sua gestão nesta quarta-feira (27/07) na Câmara Municipal, em Sessão Especial, prevista na Lei Orgânica. Ele listou obras nas escolas, ações para a segurança, aumento para os servidores e assistência para pessoas em situação de rua, dentre algumas das realizações de sua gestão.

Ao iniciar o balanço da gestão, o prefeito lembrou que a Câmara devolveu parcela da verba a que tinha direito, que está sendo usada em benefício da cidade. “A Câmara inovou e tem inovado no seu dia a dia e tem se mostrado conectada com a cidade. É um grande foco de debate das políticas públicas”, afirmou.

Pazolini lembrou que há 540 dias, quando assumiu, estava na pandemia e que mesmo assim, a Prefeitura retomou as suas atividades normais “para que pudesse estar presente na vida das pessoas”.

Além o de fornecer vacinas para moradores e cidadãos de outros municípios durante o período, outro desafio, segundo o Prefeito, foi o atendimento das especialidades. “Havia mais de 15 mil pessoas aguardando na fila para exames oftalmológicos e, graças à parceria com a Santa Casa, hoje há menos de 4 mil pessoas aguardando. A intenção é de zerar essa fila”, disse.

O Prefeito listou diversas obras feitas nas escolas públicas em sua gestão como nas escolas: São vicente Paula, Emef Irmã Jacinta, Cemei Geisla da Cruz Militão, Emef Paulo Roberto Vieira Gomes, Emef Paulo Freire, Cemei Jacy Alves Fraga, Emef Padre Paulo Guido e Emef Adilson da Silva Castro.

Ao todo são 34 obras em andamento que custaram R$ 107 milhões em investimentos. Além das escolas são obras de: reurbanizações, recuperação das ciclovias e da malha viária, restauro do Mercado Capixaba, dentre outras.

Em relação a segurança pública, Pazolini ressaltou que reorganizou as funções internas da guarda municipal, reduziu o feminicídio em 40%, e reduziu o número de furto e roubo de veículos.

Na assistência municipal foi oferecido o auxílio municipal emergencial, com repasses mensais para famílias. “Também teremos um programa de erradicação de extrema pobreza”, afirmou.

O presidente da Câmara, vereador Davi Esmael (PSD) lembrou que o Legislativo devolveu ao Executivo a capacidade de investir que foi aplicada em reformas de escolas, melhoria das unidades de saúde e no cuidado com as pessoas. Ele aproveitou para perguntar ao Prefeito quando será pago o novo piso salarial dos agentes de combate a endemias e se continuará a ser oferecido o curso de libras no Centro de Referência para a Pessoa com Deficiência (CRPD).

Pazolini disse que a complementação do pagamento por parte da União, que possibilitaria o pagamento do novo piso não chegou e há um rombo de R$ 7 milhões de reais. “A Prefeitura está procurando soluções técnicas, legais e jurídicas para levantar esse valor”, disse.

Sobre o uso da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), Pazolini disse: “estamos trabalhando pela manutenção e expansão da Libras. Vamos priorizar a pessoa com deficiência e esse é um foco da nossa gestão”.

O vereador Armandinho Fontoura (Podemos) questionou o Prefeito sobre a falta de médicos e sobre a organização social na saúde, especialmente nos PAs de São Pedro e da Praia do Suá. O chefe do Executivo lembrou que foram nomeados 948 servidores efetivos durante sua gestão e foi ampliado o atendimento das Unidades de Saúde, inclusive nos fins de semana e feriados.

Karla Coser (PT) perguntou ao chefe do Executivo sobre a reforma da Previdência para quem recebe abaixo do teto constitucional, sobre programas habitacionais desse governo, sobre o atendimento às pessoas que estão em situação de pobreza que não se enquadram nos critérios do Vix + Cidadania.

Pazolini informou que entregou 127 casas em um ano e seis meses de gestão. Além dessas, foram entregues 2440 escrituras públicas. Sobre a reforma da previdência, o Prefeito disse que uma parte dos servidores optou pela judicialização, então deve-se aguardar o entendimento da Justiça.

Em relação às pessoas em situação de rua, o Prefeito disse que o abrigo pode acolhê-las. “Hoje temos um caminho que o Poder Publico oferece para que essas pessoas ressignifiquem suas vidas”.

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