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Política
Ministro da Justiça defende Dilma e João Santana
Conteúdo editorial fornecido por Estadão
Foto: Marcelo Camargo/ABr

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, classificou nesta terça-feira, 23, como "uma coisa estapafúrdia" a tentativa do PSDB e de setores dissidentes do PMDB de vincular os pagamentos sob investigação para o marqueteiro João Santana com a campanha de 2014 da presidente Dilma Rousseff.

"A campanha de Dilma pagou R$ 70 milhões para João Santana. É a maior contratação que temos. Por que quem paga R$ 70 milhões tem que pagar por fora alguma coisa como US$ 7,5 milhões? Não tem o menor sentido. É um verdadeiro nonsense, uma coisa estapafúrdia", disse Cardozo.

"Quem declarou R$ 70 milhões pode declarar R$ 80 milhões, R$ 85 milhões. Por que então (o marqueteiro) teria de receber no caixa 2?", questionou.

A Lava Jato, porém, não investiga apenas a suspeita de caixa 2. Ela apura se Santana recebeu no exterior recursos ilícitos desviados da Petrobras. "Todo mundo sabe que o que está em discussão no TSE são as finanças da campanha da presidente Dilma. Se o partido A, B, C ou D recebeu alguma coisa, isso não se comunica com as campanhas. Seria a mesma coisa que eu tivesse de cassar o mandato de todos os eleitos de um partido por uma situação de um desvio qualquer, que, no caso, não está nem provado", afirmou Cardozo.

Questionado se estaria acusando o próprio PT, o ministro reagiu e disse que "de forma nenhuma". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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