França, Noruega, Senegal e Iraque formam uma das chaves mais fortes e imprevisíveis do Mundial de 2026
A Copa do Mundo de 2026 reservou um dos grupos mais aguardados da primeira fase. França, Noruega, Senegal e Iraque foram sorteados para o Grupo I, uma chave que reúne algumas das principais estrelas do futebol mundial e promete disputas acirradas por vagas no mata-mata.
A favorita é a França, atual bicampeã mundial e uma das seleções mais fortes da atualidade. Liderada pelo camisa 10 Kylian Mbappé, a equipe chega aos Estados Unidos, México e Canadá como candidata ao título. O elenco ainda conta com nomes de destaque do futebol europeu, como Ousmane Dembélé, Désiré Doué e Michael Olise.
A experiência também pesa a favor dos franceses. O técnico Didier Deschamps está no comando da seleção há mais de uma década e já conquistou a Copa do Mundo tanto como jogador quanto como treinador. A missão agora é buscar o terceiro título da história da equipe.
Mas a caminhada não deve ser simples. A Noruega desembarca no Mundial embalada por uma campanha impecável nas Eliminatórias Europeias. A seleção venceu todos os jogos do seu grupo e garantiu o retorno à Copa após 28 anos de ausência.
Grande estrela da equipe, Erling Haaland chega ao torneio como um dos atacantes mais temidos do planeta. Ao seu lado, a Noruega conta com outros nomes conhecidos do futebol inglês, como Martin Ødegaard, Strand Larsen e Oscar Bobb. O objetivo dos noruegueses é superar a histórica campanha de 1998, quando alcançaram as oitavas de final.
O Senegal também aparece como forte candidato à classificação. A seleção africana vive um dos períodos mais consistentes de sua história recente e chega ao Mundial com uma base experiente. O principal nome continua sendo o atacante Sadio Mané, referência técnica e liderança do elenco.
Sob o comando do técnico Pape Thiaw, os senegaleses atravessaram as Eliminatórias Africanas sem derrotas e com uma defesa sólida. A expectativa é repetir o desempenho que transformou a equipe em uma das forças emergentes do futebol internacional nas últimas décadas.
Correndo por fora está o Iraque, que retorna ao Mundial após um longo período de ausência. A seleção garantiu a última vaga da Copa ao vencer a repescagem intercontinental e agora tenta surpreender adversários mais tradicionais.
O principal destaque iraquiano é o atacante Aymen Hussein, autor do gol decisivo que garantiu a classificação. Apesar das dificuldades enfrentadas durante a preparação, a equipe aposta na superação para tentar escrever uma das histórias mais improváveis da competição.
Com três seleções que sonham avançar às fases eliminatórias e duas estrelas globais como Mbappé e Haaland dividindo os holofotes, o Grupo I surge como um dos mais equilibrados e atraentes da Copa do Mundo de 2026. A disputa promete ser uma das mais observadas da primeira fase e pode produzir confrontos dignos de fases decisivas já nos primeiros dias do torneio.