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Conselho de Segurança da ONU adota resolução sobre jihadistas estrangeiros
Publicado por Editoria O GLOBO

NOVA YORK - Reunido em sessão extraordinária comandada pelo presidente americano Barack Obama, o Conselho de Segurança das Nações Unidas adotou nesta quarta-feira uma resolução unânime para conter o fluxo de jihadistas estrangeiros para Síria e Iraque e responder à ameaça que representam para seus países de origem.

A reunião do Conselho, realizada durante a Assembleia Geral da ONU, teve Obama à frente porque os EUA exercem a presidência rotativa da principal órgão das Nações Unidas e também contou com a participação de outros chefes de Estado, como o francês François Hollande.

- Convoquei esta reunião porque precisamos unir nossas nações e a comunidade internacional para confrontar a real e crescente ameaça de terroristas estrangeiros - declarou Obama, que afirmou que mais de 15 mil jihadistas de mais de 80 países diferentes viajaram para a Síria nos últimos anos, "exacerbando os conflitos", e criando uma ameaça a outras nações. - Ao redor do mundo, terroristas estrangeiros foram presos, planos forma interrompidos, e vidas foram salvas.

Líderes ocidentais expressaram temores de que terroristas pudessem voltar a seus países de origem para realizar ataques.

A resolução pedirá às nações que adotem novas leis para investigar e penalizar cidadãos afiliados a grupos terroristas, evitando a entrada e saída de pessoas ligadas ao terrorismo, e combatendo o financiamento de grupos jihadistas. Os países também compartilharão informações de inteligência através da Interpol.

Além de Estados Unidos e França, participaram da reunião China, Rússia e Reino Unido - países-membros com assento permanente no Conselho de Segurança -, além de Jordânia, Lituânia, Luxemburgo, Nigéria, Coreia do Sul, Ruanda, Argentina, Austrália, Chile e Chade.
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