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Al-Qaeda rejeita ligação com jihadistas na Síria
Publicado por Editoria O GLOBO

DUBAI - Numa aparente tentativa de reafirmar a sua autoridade sobre grupos de combatentes islâmicos na guerra civil da Síria, o comando geral da al-Qaeda disse na segunda-feira que não tem ligações com o Estado Islâmico do Iraque e do Levante (Isis). Em comunicado, o comando-geral da rede fundada por Osama Bin Laden afirmou que o grupo "não é um braço da al-Qaeda e não tem nenhum vínculo de tipo organizacional com a rede, que não é responsável por suas ações".

O chefe da al-Qaeda, Ayman Zawahiri, já havia confirmado que a Frente al-Nusra era o único braço da rede na Síria, condenando o Isis, uma cisão do Estado Islâmico do Iraque (Isi), que combate nos dois países. Várias coalizões de insurgentes sírios, iradas pelas atrocidades atribuídas aos jihadistas e pelo desejo de hegemonia deste grupo, enfrentaram no início de janeiro a organização nas zonas controladas pelos rebeldes no norte da Síria.

O Isis é acusado regularmente, sobretudo pela oposição, de diversas atrocidades, incluindo sequestros e assassinatos de civis e rebeldes rivais. A Coalizão Nacional da oposição síria também o acusa de servir aos interesses do regime do presidente Bashar al-Assad. A medida é vista como uma tentativa de concentrar os esforços contra o presidente sírio, em vez de desperdiçar recursos em confrontos contra outros rebeldes, num momento em que as forças do governo estão cada vez mais ativas no campo de batalha. A decisão pode também fortalecer a al-Nusra na sua disputa contra o Estado Islâmico.

Um comandante da al-Nusra no norte da Síria afirmou que o comunicado significava que a posição do grupo não era mais de neutralidade.

- Agora nós vamos para a guerra contra o Estado Islâmico e vamos acabar com ele - disse, sob condição de anonimato.

O Estado Islâmico do Iraque e do Levante, no entanto, tem se mostrado forte. No domingo, seus combatentes libertaram mais de 400 pessoas de uma prisão no norte da Síria, que eram prisioneiras de um grupo islâmico rival, segundo o Observatório Sírio. No leste, o grupo teria tomado um campo de produção de gás da Frente Nusra e de outros rebeldes islâmicos. A violência entre rebeldes na Síria já matou pelo menos 2.300 pessoas neste ano, de acordo com o Observatório Sírio para Direitos Humanos, um grupo que monitora o conflito.

No Iraque, o Exército e integrantes de tribos mataram 57 combatentes do Estado Islâmico na província de Anbar nesta segunda-feira, de acordo com o Ministério da Defesa, numa ação que pode indicar um possível ataque à cidade sunita de Falluja, sob controle de extremistas há um mês.
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