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Poderosa aliança de rebeldes islâmicos rejeita negociações de paz na Síria
Publicado por Editoria O GLOBO

BEIRUTE - Uma poderosa aliança de rebeldes islâmicos sírios, a Frente Islâmica, rejeitou neste domingo participar das negociações de paz que começam na próxima quarta-feira, em Genebra. O rechaço indica que, mesmo se as negociações na Síria alcançarem um avanço improvável em três anos de guerra civil, será mais difícil implementá-lo na prática.

O principal grupo de oposição política da Síria no exílio, a Coalizão Nacional, concordou no sábado em participar das negociações em Genebra, possibilitando a primeira reunião entre o governo do presidente Bashar al-Assad e seus adversários.

Mas a Frente Islâmica, uma aliança de várias forças islâmicas que representa uma grande parte dos rebeldes, disse neste domingo que rejeita as negociações.

"(O Futuro da Síria deveria ser) formulado aqui na prática de heroísmo, e assinado com sangue nas linhas de frente, não em conferências ocas, assistidas por pessoas que nem sequer representam a si mesmos", disse Abu Omar, um dos líderes da Frente Islâmica, em sua conta no Twitter.

Neste domingo, o Observatório Sírio de Direitos Humanos informou que ao menos 31 pessoas morreram, entre elas uma menor de idade, em bombardeios e enfrentamentos entre as forças do regime e as milícias opositoras nas últimas horas na Síria.

Cerca de 130 mil pessoas foram mortas e um quarto dos sírios foram expulsos de suas casas na guerra civil, que começou com protestos pacíficos contra os 40 anos de governo da família Assad e tornou-se um conflito sectário, com a oposição armada pelos estados árabes sunitas, enquanto o governo de Assad recebe a ajuda xiita do Irã.
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