Em ‘Família É Tudo’, Juliana Paiva torce por acerto de contas memorável entre Electra e Jéssica

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – “Família É Tudo” chega ao 100º capítulo nesta sexta-feira (28) e, com isso, Juliana Paiva pode comemorar o fim de um ciclo sofredor de sua personagem. Depois de passar por poucas e boas (até presa a mocinha foi), Electra vai ganhar uma virada e tanto do autor Daniel Ortiz.

“Já estava ficando nervosa. Nunca antes na minha carreira interpretei uma mulher que sofresse tanto (risos)”, brinca a atriz, que antes passará por uma nova decepção amorosa e finalmente descobrirá que tem uma amiga da onça a seu lado.

Juliana antecipa que sua relação com Luca (Jayme Monjardim) se complica com mais uma armadilha de Hans (Raphael Logam) e Jéssica (Rafa Kalimann). Usando inteligência artificial, a dupla de vilões cria um vídeo falso que põe a culpa por sua prisão no noivo dela. Com isso, Electra vai se aproximar do cunhado, Murilo (Henrique Barreira).

“Acho interessante colocar isso [dois irmãos interessados na mesma mulher]. Conflitante”, avalia. “Já tive dois irmãos que se apaixonaram por mim, mas foram em momentos diferentes de vida. Foi uma surpresa”, reconhece Juliana, que vem acompanhando nas redes sociais uma torcida maior por Murilo. E para quem ela torce? “Ah… sou a intérprete. Não posso torcer senão me atrapalha.”

Amores à parte, Juliana diz que está mesmo ansiosa para o embate de Electra e Jéssica. “Vai ser o momento”, comemora ela, que cruza os dedos por um acerto de contas memorável como o de Maria Clara (Malu Mader) e Laura (Claudia Abreu) em Celebridades (2003). “Eu não construí a Electra confiando na Jéssica cegamente, e Electra vai começar a montar um quebra-cabeça. Quando ela encaixar as últimas peças… Eu estou esperando tudo”, afirma.

Juliana não fugiu de falar sobre a polêmica envolvendo Rafa Kalimann, que, em entrevista recente ao podcast E Você, disse trocar alguns termos escritos pelo autor Daniel Ortiz, como “desgraçada”. Ela explicou na ocasião que, devido a sua criação familiar, existem palavras fortes que ela não utiliza no dia a dia, mas sua personagem, sim, e por isso, faz algumas mudanças na hora de falar o texto.

“Olha, eu estou gravando 21 cenas em média, por dia. Chega uma hora ou outra que a gente troca uma coisinha ou outra, mas se perde o sentido, não cabe, [tudo bem]. Acho que o que o autor quer, a direção e todos nós atores queremos é naturalidade. Às vezes, exatamente aquela palavra não está legal na embocadura, a gente muda e fica um pouco mais natural. É a segunda vez que eu trabalho com o Dani [Ortiz] e nunca tive nenhuma questão em relação a texto”, diz.

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