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Economia
Bolsas de NY renovam máximas históricas
Conteúdo editorial fornecido por Estadão


Os mercados acionários americanos deram prosseguimento ao rali deste início de ano e voltaram a renovar máximas históricas de fechamento nesta sexta-feira, 12, guiados pelo forte desempenho de companhias ligadas ao setor de energia e ao financeiro. Empresas de tecnologia também apresentaram fortes ganhos nesta sexta-feira, puxadas pela Amazon.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,89%, aos 25.803,19 pontos; o S&P 500 subiu 0,67%, aos 2.786,24 pontos; e o Nasdaq avançou 0,68%, aos 7.261,06 pontos. Na semana, os indicadores acionários apresentaram ganhos de 1,68%, 1,20% e 1,17%, respectivamente. Com esse resultado, os três renovaram recordes de fechamento.

Como amplamente esperado pelos agentes do mercado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não retirou o país do acordo nuclear do Irã de 2015, mas seu governo impôs novas sanções contra a nação persa. As penalidades incluíam autoridades do país, empresas e instituições do governo e tinham como foco o programa de mísseis de Teerã e abusos relacionados aos direitos humanos. Com novas sanções, a expectativa é de que as tensões geopolíticas continuem a impulsionar os preços do petróleo, que estão no maior nível desde dezembro de 2014. Seguindo o movimento do óleo cru, a ação da Chevron fechou em alta de 0,78% e a da ExxonMobil ganhou 0,68%.

O Dow Jones e o S&P 500 ganharam mais de 4% cada durante as duas primeiras semanas deste ano. Alguns investidores disseram que o início da temporada de balanços nesta sexta-feira deve ajudar a manter as ações americanas em alta nas próximas semanas. O J.P.Morgan iniciou a temporada referente ao quarto trimestre de 2017 e, apesar de uma forte queda no lucro do período, a ação do banco subiu 1,65%, com perspectivas positivas em torno da reforma tributária nos EUA no futuro. Já o Wells Fargo, que também divulgou balanço, fechou em queda de 0,73%. A BlackRock relatou um salto de 20% no lucro ajustado do quarto trimestre em relação ao mesmo período de 2016 e sua ação apresentou valorização de 3,27%.

"Os investidores estão à procura de um forte crescimento no lucro das empresas com a expectativa em torno da reforma tributária", disse o estrategista de mercados globais da JonesTrading, Yousef Abbasi. Já o estrategista sênior de investimentos da U.S. Bank Wealth Management, Rob Haworth, afirmou que "a perspectiva de crescimento bastante consistente em todo o mundo fornece uma base sólida para o movimento nos mercados de ações".

A Amazon atingiu máxima histórica de fechamento nesta sexta-feira, ao subir 2,23%, a US$ 1.305,20, após a SunTrust elevar o preço-alvo da ação da companhia para US$ 1.400. Entre outras companhias do setor de tecnologia, o Facebook fechou em baixa de 4,47%, após a decisão da empresa de mudar a composição do feed de notícias para que apareçam mais postagens de amigos, e não informações de empresas e de notícias. Já o Twiiter apresentou valorização de 4,35%, a US$ 25,41, chegando a tocar o maior nível desde 2015, após a BTIG elevar o preço-alvo da ação da tech de US$ 5 para US$ 30. (Com informações da Dow Jones Newswires)