Quem tem medo de 2018? - Vitória News
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Opinião Pública
Quem tem medo de 2018?
Luiz Marins
Como será 2018?
Quem terá medo de 2018?
A primeira coisa que quero dizer é que, segundo Daniel Kahnemann, Prêmio Nobel de
Economia de 2002, é totalmente impossível fazer previsões sobre eventos que não
tenham regularidade.
Assim, é impossível fazer previsões sobre eleições, resultados de torneios esportivos,
comportamento das bolsas de valores ou da economia. Acertar ou errar dependerá
apenas da coragem e da sorte de quem fizer essas previsões.
Dito isso, a única certeza que temos é que teremos que trabalhar muito em 2018 se
quisermos vencer. Não será um ano fácil, como não foram os anos anteriores. E 2018
traz ainda algumas complicações adicionais: eleições presidenciais e para
governadores, senadores e deputados e além disso uma Copa do Mundo.
Todos os indicadores e dados da economia, comparados com 2016 e 2017, serão mais
positivos, embora modestamente, mas não serão mais negativos como nos últimos
anos. A economia, como não é ciência exata, e depende do comportamento dos
agentes econômicos, dependerá das reformas, da Lava-Jato, das pesquisas eleitorais,
do ambiente externo, ou seja, também será imprevisível.
Terá medo aquele que não entender que com todos os problemas que temos, ainda
estamos entre as 10 maiores economias do mundo e temos vantagens comparativas
estratégicas que poucos países possuem e um mercado interno robusto e ávido em
consumir.
Terá medo quem não entender que o Brasil é maior do que os problemas de São
Paulo, Rio e outras capitais e que temos um interior e um setor do agronegócio que
garante e garantirá nosso crescimento.
Terão medo aqueles que continuarem a esperar que os governos resolvam seus
problemas de competitividade com benefícios, isenções, protecionismos, etc.
Terão medo os sonegadores, corruptos e os que não acreditam que o Brasil está
mudando.
Assim, terá medo de 2018 aquele empresário, empreendedor, colaborador ou cidadão
que quiser adivinhar o que irá acontecer e ficar esperando para ver o que vai ocorrer,
em vez de trabalhar, criar, inovar, enfim, acreditar e pisar fundo.
Pense nisso. Sucesso!