Quem tem medo de 2017? - Vitória News
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Opinião Pública
Quem tem medo de 2017?
Luiz Marins
Como será 2017? Quem terá medo desse novo ano? O que fazer?
Terá medo de 2017 aquele empresário ou empreendedor que não entender que as vantagens comparativas do Brasil ainda são muito atraentes para os investidores. O mundo está a cada dia mais complexo. Ninguém sabe como será o governo Trump nos Estados Unidos. Ninguém consegue prever as consequências reais da saída da Grã-Bretanha da União Europeia, nem do crescimento dos partidos radicais de direita na Europa e no resto do mundo. Ninguém pode prever o que acontecerá com a Síria, com a Turquia, com o Oriente Médio, com a China, com a Rússia e com o Sudeste Asiático ou com a Venezuela. O mundo nunca esteve tão conturbado afirmam os mais abalizados analistas internacionais das grandes universidades de todo o mundo.
O Brasil tem um estoque genético riquíssimo que estimula a adaptação e a tolerância, temos a maior população de alemães fora da Alemanha; japoneses fora do Japão; italianos fora da Itália. Temos mais libaneses no Brasil que no Líbano! Isso nos faz um país tolerante e quase imune a fundamentalismos. Não temos problemas étnicos ou religiosos sensíveis no Brasil. Temos um território de mais de oito milhões de quilômetros quadrados falando um único idioma e não temos problemas de fronteira. Estamos entre as cinco maiores democracias do mundo, com instituições consolidadas e com independência e mais do que isso temos terra, sol, água e tecnologia para abastecer um planeta cada vez mais faminto.
Além disso, sabemos de forma clara as reformas que temos que fazer - previdência, trabalhista, política - e temos um povo que acordou do seu torpor de décadas e que aprendeu a exigir seus direitos e não permitirá mais os engodos do passado, desde a corrupção desenfreada até o populismo inconsequente.
Assim, terá medo de 2017 aquele empresário que ficar esperando e não se preparar para a retomada do crescimento que começará neste novo ano. Terá medo o profissional que não se preparar se tornando mais competente e comprometido; o político corrupto; o executivo pouco ético e corruptor; a empresa que ficar esperando que o governo a socorra, enfim aquele brasileiro que não acreditar que o mundo mudou, que o Brasil mudou e que agora é hora de começar a mudar. Enfim, terão medo os mesmos que sempre ficaram parados no acostamento torcendo para que a nebline não baixe e que o Brasil não dê certo.
Pense nisso. Sucesso em 2017!